quarta-feira, 29 de julho de 2009

ESSÊNCIA

O que seria do poeta sem a dor?
O que seria do artista sem a desilusão?
O que seria da vida sem a paixão?
Paixão que compele os espíritos às maiores loucuras;
Paixão que nos leva a viagens alucinadas, homéricas e utópicas;
Paixão que já explode nos olhos da criança no colo da mãe.

Ah!...sou artista, sou poeta, sou menino;
Sou dançarino, sou herói em busca de uma eterna aventura;
Sou aquele que vê o âmago da vida;
Sou aquele que volta para o ventre da mulher;
sou aquele que se perde no meio do caminho;
E sou aquele que caminha, caminha, caminha e vai...

Olhe para meus olhos e veja a vida que nasce sempre que acordo;
olhe para minha face e descubra a paixão de toda a humanidade;
Olhe para meus gestos e encontre a história do universo;
Pois carrego em meu peito a essência do início e do fim que não chega.

Eu sou a dor, eu sou a paixão, o sorriso...vida


Poesias Esparsas – Pedro Paullo – 2.009
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